segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Itália tem 15 mil vagas de emprego abertas. Quer uma?
Itália tem 15 mil vagas de emprego abertas. Quer uma?
Ótima noticia para os brasileiros que querem morar fora do país.
A Itália está com 15 mil oportunidades de emprego.
A maioria das vagas abertas é nas cidades de Milão, Roma e Bolonha.
Vagas
A Philip Morris International tem 31 vagas abertas para trabalhar na Itália.
Os cargos abertos são para engenheiro de processos, recursos humanos, engenheiro de automação, representantes de vendas, especialista de pagamentos, estágio na equipe de manufatura, supervisor de integração de sistemas, entre outros.
A maioria das vagas é em Bolonha.
A British American Tobacco tem vaga para um representante de Trade Marketing para trabalhar em Roma.
A grife de luxo Trussardi está contratando 3 profissionais para trabalhar em Milão: assistente de compras, profissional de eventos e produção e um gerente de e-commerce.
A multinacional Procter & Gamble – P&G – tem 7 oportunidades de emprego em Milão: trade Marketing, gerenciamento de marca, recursos humanos, analista de Tecnologia da Informação, engenheiro de processos, financeiro, entre outros.
A agência de publicidade e marketing Webranking tem duas vagas em Milão para especialista SEM de Marketing digital e especialista de programação.
Já em Reggio Emilia são três postos abertos para especialista SEM (Marketing Digital) desenvolvedor de web e mais um profissional de sistemas de informação.
A rede italiana de restaurantes e mercados Eataly está contratando um gerente de eventos para a cidade de Trieste e um cozinheiro para trabalhar em Turin.
A rede de supermercados Carrefour está contratando um analista de processos e um profissional de mídia digital para trabalho em Milão. E profissional da área de vendas para a cidade de Lombardia.
Já o eBay tem 5 oportunidades de emprego em Milão: líder de Marketing, gerente de C2C, e comerciais.
E a Costa Crociere de turismo e lazer tem 10 oportunidades de emprego na Itália: há vagas para diretor de Marketing, estágio em mídias sociais, financeiro, planejamento, comunicação, entre outros.
Como se candidatar
Primeiro prepare um bom currículo europeu.
Depois clique no Linkedin das empresas e envie sua candidatura.
Com informações do Blastingnews
Bilionários têm menos de 33 roupas. Você não é o que veste
Bilionários têm menos de 33 roupas. Você não é o que veste
Tem muita gente de classe média que lota o guarda-roupa e gasta rios de dinheiro com peças de grife, baseado na velha máxima consumista “você é o que veste”.
O curioso é que alguns dos homens e mulheres mais ricos do mundo fazem exatamente o oposto. Eles usam no máximo 33 roupas a cada tres meses.
São figurões adeptos do Projeto 333, como Joshua Becker (foto abaixo), autor do livro The More of Less (“O mais do menos”, em tradução literal),
“Esta é a quantidade de roupas perfeita para mim”, afirma ele, que mora em Peoria, no Arizona (EUA), e possui apenas cerca de 30 itens no armário. “É uma decisão a menos para tomar no meu dia.”
Alguns dos executivos mais bem-sucedidos do mundo também são adeptos do “capsule wardrobe” (algo como “guarda-roupa comprimido”).
Inspirados por autores e blogueiros como Becker, muitos consumidores estão ávidos por simplificar suas vidas ao descartar aquilo de que não precisam.
Vários começam por seus guarda-roupas, abrindo mão das tendências de moda em favor de uma pequena coleção de itens essenciais de alta qualidade.
Repare
Hoje em dia, Mark Zuckerberg (foto no alto) o todo-poderoso do Facebook, e o estilista Karl Lagerfeld, o todo-poderoso da Chanel, são vistos usando roupas parecidas todos os dias.
O presidente americano, Barack Obama, só veste ternos azuis ou cinza.
E é quase impossível pensar em Steve Jobs, o falecido fundador da Apple, sem suas blusas pretas de gola alta.
“Eu realmente quero livrar a minha vida, para que possa tomar o mínimo possível de decisões sobre tudo que não for como melhor servir a comunidade”, disse Zuckerberg em entrevistas passadas.
“É uma maneira de aprender o que realmente significa a palavra ‘suficiente’.”, diz Courtney Carver, ex-executiva de vendas de publicidade que iniciou o Projeto 333 há seis anos.
Benefícios
Desfazer-se de roupas que não são usadas com frequência pode ser muito recompensador do ponto de vista financeiro.
Carver gasta menos de US$ 1 mil por ano ( cerca de R$, 3.150) para substituir os itens já usados demais – muito menos do que os US$ 6 mil anuais que ela costumava gastar comprando roupas da moda.
“Ter menos coisas nos ajuda a parar de atribuir um significado desnecessário a nossas posses”, afirma a psicóloga americana Jennifer Baumgartner, autora do livro You Are What You Wear (“Você é o que você veste”, em tradução literal).
Como agir
O truque, segundo os especialistas, está em comprar peças que sirvam para várias ocasiões e que combinem entre si e com outros itens do armário.
“Tive que dar um up na minha roupa informal e simplificar em ocasiões mais formais”, revela Carver. Se antes ela ia trabalhar com um tailleur sob medida, hoje ela adota uma camisa mais casual com jeans e mantém o blazer do conjunto antigo.
Cores sólidas em tecidos que não amarrotam e contêm um pouco destretch funcionam melhor.
“O importante é que tudo combine entre si e tenha um caimento impecável. Assim, a pessoa sempre estará apresentável”, afirma.
Como reduzir seu guarda-roupa:
- Livre-se do que você não usa. Tire tudo da frente até estar pronta para dar ou descartar essas roupas.
- Estabeleça uma quantidade. Determine o número de itens em seu armário, seja dez, 33 ou um número intermediário.
- Estabeleça um limite de tempo. Decida por quanto tempo você vai usar as peças do ‘guarda-roupa comprimido’. De um a três meses é o ideal.
- Selecione com cuidado. Substitua itens surrados ou manchados assim que possível.
- Adote a regra do “entra um, sai um”. Quando comprar uma roupa nova, desfaça-se de uma velha.
Com informações da BBC
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
oi pessoal estamos voltando com o nosso blogger
ESTAMOS VOLTANDO EM BREVE... COM MUITAS NOVIDADES PARA VC NOS AGUARDE
terça-feira, 12 de julho de 2016
Como comprar pela internet com segurança
Introdução
Há motivos de sobra para fazer compras pela internet: não é necessário lidar com vendedores inconvenientes; não existem filas enormes para pagar; dá para pesquisar pelo melhor preço de um produto rapidamente; você pode comprar no horário que quiser; não raramente, é mais fácil encontrar o item que você precisa; entre outros.
Mas, se certos cuidados não forem tomados, o uso do comércio eletrônico pode se transformar em "dor de cabeça". Mas não se preocupe: seguindo as dicas que o https://megabrasilonline.blogspot.com.br apresenta a seguir, as chances de você ter problemas com compras on-line caem bastante. Vamos lá?
1. Compare preços antes de comprar
Tal como nas lojas de “tijolo e cimento”, determinado produto pode ter preços que variam bastante de um site de comércio eletrônico para outro. Por isso, é importante utilizar serviços como Google Shopping e Buscapé para pesquisar preços. Em muitos desses serviços, você também pode obter a opinião de outros compradores em relação ao produto e conhecer a avaliação da loja em vários quesitos, como prazos de entrega, atendimento pós-venda e política de devolução.
2. Verifique se a loja informa CNPJ, telefone e endereço no site
Em maio de 2013, entrou em vigor o Decreto Federal nº 7962/13, que determina uma série de obrigações para o e-commerce no Brasil, entre elas, que a loja on-line informe em local visível número de CNPJ, endereço físico e número de telefone.
Se um site de comércio eletrônico atuante no Brasil não estiver seguindo a lei, é recomendável não seguir com a compra, mesmo que os preços sejam atraentes. Ora, se a loja não oferece informações básicas de contato e oculta detalhes de suas operações, as chances são consideravelmente grandes de haver alguma coisa erra ali.
3. Loja nenhuma quer prejuízo: desconfie de preços muito abaixo da média
Se você quer comprar o último modelo do iPhone e sabe que o preço médio desse produto no Brasil é, vamos supor, de R$ 4.000, não faz sentido encontrá-lo à venda por R$ 1.000 ou R$ 1.500. Por esse motivo, desconfie imediatamente de ofertas muito generosas, mesmo que anunciadas como promoção.
É necessário levar em conta que o preço de um produto sofre influência de vários fatores, como custo de fabricação, impostos e gastos com transporte. Logo, uma oferta muita generosa resultaria em prejuízo para a loja e, como você sabe, nenhum negócio existe para perder dinheiro.
Assim, tome bastante cuidado ao se deparar com preços muito abaixo do que é praticado pelo mercado. No final das contas, você pode acabar adquirindo um produto falsificado ou de procedência ilegal e, portanto, sem garantia ou suporte do fabricante. Além disso, os riscos de você ser vítima de fraude e nunca receber o produto são consideravelmente grandes.
4. Prazo de entrega muito longo ou não informado? Cuidado!
Você está olhando uma categoria de produtos — por exemplo, aparelhos de Blu-ray —, quando percebe que determinado modelo está com prazo de entrega de 30 dias enquanto os demais têm este período fixado entre 10 e 15 dias úteis. Cuidado: isso pode ser um sinal de que a empresa não possui o item em estoque e provavelmente tentará obtê-lo junto a um fornecedor.
Se você conhece os serviços da loja, a considera confiável e não tem pressa, vá em frente — a espera pode ser longa, mas o preço compensa. Do contrário, tente comprar o produto em outro site, mesmo que o preço seja um pouco maior, pois a loja pode superar o prazo ou simplesmente não conseguir encontrar o item.
Fique atento também quando o prazo de entrega não é informado ou é confuso, uma vez que a loja tem obrigação de dar essa informação de maneira clara. Pode ser que o prazo aumente um pouco no momento de fechamento do pedido por conta da forma de pagamento escolhida, especialmente se esta for boleto bancário. Mas, se no término da compra o prazo aumentar muito — de dez dias para quatros semanas, por exemplo —, pode haver algum problema na loja ou até mesmo má fé.
5. Pesquise sobre a qualidade e a reputação da loja
Preço e prazo de entrega não são os únicos fatores que devem ser considerados nas compras on-line. É importantíssimo também pesquisar sobre a qualidade de atendimento e idoneidade da loja antes de fechar a compra.
Para isso, você pode procurar opiniões a respeito da empresa no Google, na página da loja no Facebook, em fóruns e assim por diante.
Há um site que ajuda bastante nessa tarefa: o Reclame Aqui. Trata-se de um serviço que registra reclamações sobre empresas das mais diversas áreas. Assim, você pode verificar no site quais reclamações há contra determinada loja on-line e se a empresa fornece retorno satisfatório para as queixas. Caso o número de reclamações não solucionadas seja grande, é recomendável fazer compras em outro lugar.
Dica extra::Também vale a pena recorrer ao Procon-SP. A entidade mantém uma lista de sites brasileiros de comércio eletrônicos que devem ser evitados a todo custo.
6. Observe se a loja on-line oferece ambiente seguro
Procure no site da empresa por selos como “Internet Segura” e “Site Seguro”. Essas informações indicam que a loja toma medidas de seguranças para lidar com as informações dos clientes. Na hora de fechar uma transação, você também deve observar se o navegador de internet exibe o ícone de um cadeado na parte inferior ou na barra de endereços. O símbolo indica o uso de um certificado digital SSL (Secure Socket Layer), importante recurso de segurança.
7. É pra presente? Compre com muita antecedência
Se você vai presentear alguém, geralmente tem prazo para isso: uma data de aniversário, o feriado de Natal e assim por diante. Se você pretende comprar o presente pela internet, deve fazê-lo com o máximo de antecedência para não correr o risco de a entrega ser feita depois da data em questão.
Isso pode acontecer por vários motivos: o pedido ser extraviado antes de chegar à sua casa; a confirmação de pagamento demorar, fazendo com que a loja tarde a enviar a mercadoria; temporais impossibilitarem a entrega na sua região dentro do período previsto; entre outros.
Comprando com antecedência, haverá mais meios para resolver problemas do tipo a tempo, mesmo que a solução seja comprar o presente em outro lugar e pedir a devolução do valor pago.
8. Se informe sobre todas as características do produto antes de fechar a compra
Ao comprar pela internet, você não tem o benefício de testar pessoalmente o produto, tal como acontece nas lojas físicas. Por isso, é importante se informar sobre todas as características do item ou serviço antes de comprá-lo. Eis alguns aspectos que as pessoas costumam não observar:
- Tipo de tomada ou voltagem;
- Uso de pilhas ou bateria;
- Dimensões físicas (especialmente na compra de móveis);
- Acessórios que acompanham o produto;
- Combinação de cores;
- Requisitos para o produto funcionar.
Os fatores, é claro, variam conforme o tipo de produto. Mas, via de regra, o consumidor deve verificar não só as características disponíveis na página da loja, mas também as informações fornecidas pelo fabricante em seu site, quando possível. Pesquisar por opiniões a respeito do produto também é uma boa ideia.
9. Dê preferência a lojas que oferecem vários recursos em seu site
Na internet, o cliente não pode verificar o produto "ao vivo", portanto, a loja on-line deve oferecer o máximo possível de recursos para facilitar a decisão de compra. Para diminuir as chances de frustração, dê preferência às lojas que têm esse tipo de preocupação. Elas oferecem, por exemplo:
- Chat para esclarecimento de dúvidas;
- Fotos detalhadas do produto ou até vídeos;
- Descrições detalhadas de produtos;
- Informações claras sobre prazos de entrega, pagamentos, frete, entre outros;
- Espaço para que os clientes opinem sobre produtos;
- Organização de categorias e navegação fácil;
- Interação em redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, etc.);
- Opções variadas de pagamento.
10. Cuidado com ofertas de garantia estendida
É comum encontrar sites de comércio eletrônico que oferecem garantia estendida para determinados produtos mediante acréscimo no valor da compra. Tome cuidado: essa opção não deve estar marcada por padrão no pedido de compra — se estiver, poderá haver ali "venda casada", prática proibida no Brasil.
Se você quiser usufruir da garantia estendida, deve se atentar bastante às suas condições. Isso porque, normalmente, esse recurso é uma espécie de seguro, não sendo coberto diretamente pela loja ou pelo fabricante. Como tal, pode haver uma série de limitações contratuais.
11. Direito ao arrependimento de compra e à devolução do produto
Por lei, o consumidor que faz compras pela internet tem o direito de se arrepender da compra no prazo de até sete dias (corridos) após o recebimento do produto ou da assinatura do contrato, desde que a solicitação seja devidamente formalizada. A loja deve fornecer informações claras para tanto e devolver todo o valor pago pelo usuário em tempo hábil.
Caso o produto já tenha sido entregue, a devolução não pode ser impedida sob o argumento de que o procedimento não é feito depois que o pacote do pedido foi aberto.
12. Condições de uso e políticas de privacidade também são importantes
Um serviço de comércio eletrônico sério disponibiliza as condições de uso do site site, assim como as políticas de privacidade. É importante se atentar a esses detalhes porque eles tratam de como as suas informações são utilizadas. Por exemplo: será que, ao se cadastrar na loja, você não estará automaticamente concordando em receber ofertas de empresas parceiras por e-mail?
13. Não guarde os dados do seu cartão de crédito para compras futuras
Há lojas on-line que permitem ao cliente guardar em seu cadastro os dados do cartão de crédito para compras futuras. É recomendável não fazer isso: se a loja ou a sua conta for invavida, terceiros poderão usar estes dados para fazer compras indevidas em seu nome.
Para compras à vista, utilizar boleto bancário pode ser uma opção mais interessante. O prazo de entrega para essa forma de pagamento costuma ser um pouco maior, por outro lado, o consumidor informa menos dados pessoais e, não raramente, obtém desconto no valor final do pedido.
14. Evite fazer compras a partir de computadores públicos ou redes Wi-Fi abertas
Sempre que possível, faça as suas compras a partir de computadores próprios. Computadores públicos (de uma lan house ou da faculdade, por exemplo) podem não ter recursos de segurança importantes, como atualizações de sistema operacional e antivírus, havendo mais chances de existir ali malwares capazes de capturar informações pessoais, como login, senhas e número de cartão de crédito.
Compras a partir de redes Wi-Fi abertas ou públicas também devem ser evitadas. Não se sabe exatamente quem controla essas redes, assim, o risco de dados confidenciais serem interceptados a partir delas é maior.
15. Cuide da segurança do seu computador ou dispositivo móvel
De nada adianta fazer compras on-line a partir de equipamentos próprios se estes tiverem problemas de segurança. Lembre-se de que, ao se cadastrar em uma loja ou efetuar uma transação, você está fornecendo informações sigilosas, portanto, deve ter alguns cuidados, entre eles:
- Manter seu sistema operacional e programas (principalmente navegadores) atualizados;
- Utilizar um antivírus e não se esquecer de também mantê-lo atualizado;
- Ter cuidado com links, sites e e-mails falsos que direcionam para arquivos maliciosos.
Você pode conferir mais dicas de segurança on-line aqui.
16. Compras internacionais requerem atenção redobrada
Fazer compras em sites estrangeiros é outra comodidade do e-commerce. As vantagens estão em adquirir produtos que não podem ser encontrados no Brasil ou que até podem, mas com preços muito elevados. Mas, antes de optar por um serviço do tipo, é necessário considerar alguns aspectos:
- quase todos os produtos importados são taxados pelo governo. O valor dos impostos mais a taxa de frete podem fazer o preço final do produto ser mais caro que no Brasil;
- o prazo de entrega costuma ser grande, afinal, a encomenda vem de outro país;
- dependendo do produto, pode não haver assistência técnica no Brasil;
- é relativamente fácil encontrar réplicas ou produtos falsos em sites estrangeiros, por isso, preste atenção em todas as características do produto;
- em caso de problemas com a compra, os órgãos de defesa do consumidor brasileiros pouco ou nada podem fazer para te ajudar.
Para facilitar a compra e diminuir os riscos de fraude, é recomendável fazer a transação a partir de serviços como o PayPal, que permitem o uso de cartão de crédito internacional nas compras sem que, no entanto, o lojista obtenha o seu número.
17. Cuidados com sites de compras coletivas e cupons de descontos
Sites de compras coletivas e cupons podem ser uma forma interessante de conseguir descontos em produtos ou serviços. Mas sites do tipo também requerem cuidados, entre eles:
- a loja deve informar claramente as condições de uso do cupom, como período de uso e validade ou não para datas comemorativas. Você, na condição de consumidor, deve prestar atenção em todas elas;
- verifique se há taxas extras que possam diminuir as vantagens da oferta, como cobrança de entrega de cupom;
- pesquise sobre o fornecedor do serviço ou produto para saber se há reclamações excessivas ou não resolvidas contra a empresa. Se houver, não use o cupom, por mais vantajoso que lhe pareça;
- sites de compras coletivas costumam oferecer preços atraentes, mas mesmo assim é recomendável desconfiar de ofertas extremamente vantajosas.
18. Evite aborrecimentos: se o preço estiver claramente errado, não tente tirar proveito
Por falha humana ou erro de sistema, uma loja on-line pode colocar um preço muito baixo para determinado produto. Geralmente, é possível saber quando isso está acontecendo porque a notícia se espalha muito rápido, especialmente nas redes sociais.
Se isso acontecer, não tente tirar proveito. Há vários casos no Brasil de consumidores que fizeram compras nessas circunstâncias, tiveram o pedido cancelado pela loja e, ao recorrerem à Justiça, perderam o processo pelo fato de o juiz ter considerado o ato como má fé.
19. Cuidado com ofertas por e-mail (SPAM) e redes sociais
Se você recebeu um e-mail promocional de uma loja da qual você não é cliente (ou é, mas você não autorizou o envio de mensagens do tipo), não faça a compra: você está diante de um SPAM, isto é, de um e-mail não solicitado.
Essa prática é deveras prejudicial à internet e, ao aceitá-la, você está incentivando a sua continuação. Além disso, as chances de que você se torne vítima de golpes on-line ao fazer compras a partir dessas mensagens são consideravelmente grandes.
Estenda esse cuidado às redes sociais. Muitas das promoções ou ofertas que aparecem nesses serviços são geradas por contas falsas ou por empresas de reputação duvidosa.
Saiba mais sobre os cuidados com SPAM aqui.
20. Fuja de produtos "xing-ling"
A oferta de itens de marcas desconhecidas ou que imitam produtos famosos — como o iPhone — é muito alta no Brasil. Quase sempre, estes itens têm qualidade duvidosa e a sua venda não é permitida no país, indicando que a loja que o comercializa pode ter atividades irregulares e, portanto, prejudiciais ao consumidor. Assim, não corra riscos: evite esse tipo de produto.
Finalizando
Apesar de todos os cuidados, problemas podem ocorrer, por isso é importante conhecer os seus direitos. O Código de Defesa do Consumidor é bastante rigoroso, além disso, há várias entidades de auxílio e orientação ao consumidor, entre elas, o Procon (o link aponta para o Procon de São Paulo, mas há unidades em todo o Brasil), o IDEC e o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Reserve algum tempo para consultar esses sites, pois consumidor bem informado é consumidor respeitado.
Não se esqueça de guardar e-mails emitidos pelas lojas, comprovantes de pagamento, notas fiscais ou qualquer outro documento ou comunicado referente às suas compras. Estes itens comprovam o compromisso assumido pela empresa com você e podem ser úteis em reclamações e processos judiciais.
No mais, boas compras ;-)
Autor: Emerson Alecrim
Graduado em ciência da computação, produz conteúdo sobre tecnologia desde 2001. É aficionado por TI, comunicação, ciência e cultura geek.
Graduado em ciência da computação, produz conteúdo sobre tecnologia desde 2001. É aficionado por TI, comunicação, ciência e cultura geek.
Dicas para quem quer comprar um imóvel antes dos 30 anos
Planejamento é a chave do negócio, mas escolher bem o tipo de imóvel é fundamental
O imóvel próprio sempre parece um sonho distante. Afinal de contas, ele exige um investimento alto e, em geral, é pago ao longo de muitos anos por conta do financiamento. Mas comprar um imóvel não é um sonho tão distante, principalmente para quem começa a se planejar desde cedo. Inclusive, é possível comprar um imóvel antes mesmo dos 30 anos. Porém, para isso, é preciso ter muita organização financeira. Confira algumas dicas para alcançar o objetivo.
Antes dos 30 anos, geralmente, é uma época que se mostra propícia para começar a se planejar para comprar um imóvel. É importante aproveitar o momento que se consegue um emprego e começa a receber um salário e ainda não se tem muitos gastos porque ainda vive na casa dos pais e não tem família ou filhos. “Quanto mais novo puder comprar um imóvel, melhor. Até porque a pessoa tem o direito de financiar em até 35 anos. Então, se ele começa aos 30, lá pelos 65 anos vai ter o imóvel próprio. Ou seja, quanto antes começar, mais tranquilidade vai ter mais na frente”, ressalta Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).
É importante aproveitar o momento que se consegue um emprego e começa a receber um salário e ainda não se tem muitos gastos porque ainda vive na casa dos pais e não tem família ou filhos (Foto: Reprodução/Shutterstock)
Porém, por outro lado, uma pessoa muito jovem, antes dos 30 anos, provavelmente não vai ter uma reserva muito grande para dar de entrada e vai precisar financiar a maior parte do imóvel e por um período muito longo. Mesmo que só seja possível financiar 30% da renda, esse valor pode ser bastante alto quando a renda não é tão boa assim. Desta forma, pode não sobrar praticamente nada. “É importante que o jovem tenha um emprego seguro e conseguir um bom financiamento. E ainda se organizar muito bem financeiramente para que as prestações caibam dentro do orçamento”, afirma Darlan Carlos de Souza, representante do Conselho do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).
Para a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, é importante organizar bem as finanças para evitar aperto no bolso e conseguir pagar todas as prestações. “Por direito, pode comprometer até 30% da renda na prestação do financiamento, mas o melhor é calcular antes de entrar no financiamento para que haja sobra e não chegue acomprometer os 30% e todo o salário fique comprometido porque depois a pessoa não vive”, diz.
Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é ter a consciência que é melhor sonhar com algo possível e que realmente caiba no orçamento. O segundo é ter flexibilidade. Antes dos 30 anos, muitas possibilidades, principalmente profissionais, podem surgir, como um emprego em outra cidade. Portanto, começar investindo em um imóvel pequeno, bem localizado e que possa ser alugado ou vendido sem maiores dificuldades pode ser uma boa solução.
Vale ressaltar que um imóvel é um bem que tem a tendência de valorizar. Ou seja, se o proprietário investe em um ainda jovem, logo terá um imóvel bem mais valorizado e com maior valor de mercado. Portanto, começar com um imóvel mais simples, inclusive, pode fazer com que ele sirva como entrada para um imóvel melhor no futuro.
“O ideal é começar com calma e devagar, com algo não tão caro e priorizar a boa localização. Hoje o mercado oferece muitas opções, o segredo é procurar com calma”, reforça Darlan. “Se for comprar na planta, é importante pesquisar sobre a construtora e se certificar da idoneidade dela para não cair em nenhum golpe”, complementa o representante do Creci-RJ.
Como o financiamento pode durar entre 20 a 35 anos, se começar a pagar mais tarde, o imóvel só se tornará próprio quando o proprietário já tiver mais de 50 anos. É preciso ficar atento para que as prestações mais altas não coincidam com os gastos mais altos com filhos. “O bom é ir subindo com o tempo. Incluir as prestações no orçamento, ganhar estabilidade no emprego, estudar para crescer na empresa e almejar algo melhor, inclusive o imóvel”, concluiu Darlan.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Seus pés nunca ficarão macios se você comete esse erro comum

Mesmo que você passe litros de hidratante nos calcanhares, as rachaduras e aspereza nunca saem dos seus pés? O motivo pode ser um hábito específico e muito comum que você provavelmente está cometendo. Veja qual é a seguir.
Erro comum ao cuidar dos pés
De acordo com a podóloga Patrícia Thenório, do espaço Pro Unha, mulheres que já tenhamfissuras nas solas dos pés não devem esfoliá-los ou lixá-los. Ao invés disso, ela orienta usar e abusar dos cremes hidratantes, preferencialmente com ação cicatrizante

Rachaduras na sola do pé devem ser tratadas com hidratantes e cicatrizantes. Evite lixas e esfoliantes nesse caso
Jeito certo de hidratar pés ressecados
Se os pés estão apenas "grossos", com uma camada de pele bem espessa, mas sem rachaduras, a esfoliação duas vezes por semana com esfoliantes ou mesmo com a bucha vegetal pode e deve ser feita.
A lixa de pé - que deixa a pele lisinha logo após o uso, mas tende a engrossar ainda mais o calcanhar depois - deve ser abandonada de vez. Ela tem esse efeito por causa de uma reação de rebote do corpo, que aumenta a espessura da pele no local ao perceber que grande parte das camadas de pele foi eliminada.
A lixa de pé - que deixa a pele lisinha logo após o uso, mas tende a engrossar ainda mais o calcanhar depois - deve ser abandonada de vez. Ela tem esse efeito por causa de uma reação de rebote do corpo, que aumenta a espessura da pele no local ao perceber que grande parte das camadas de pele foi eliminada.
Beber bastante água e evitar sapatos apertados e desconfortáveis também são cuidados importante para conquistar pés de princesa.
5 truques de maquiagem para pele oleosa

Quem tem pele oleosa sofre para fazer com que a maquiagem dure mais tempo no rosto. Afinal, é comum o make sumir com facilidade nesse tipo de pele, ao contrário das mulheres que possuem a derme mais seca. Contudo, alguns truques podem ajudar a se manter bonita sem precisar correr até o espelho de tempos em tempos.
Para ajudar, listamos as cinco dicas preciosas e bem práticas que podem colocar um fim no problema de uma vez por todas.
Prepare bem a pele – Pessoas com pele oleosa devem sempre usar hidratantes e tônicos com efeito matte (anti-brilho). Segundo a dermatologista Dra. Christiana Blattner, "esses produtos possuem substâncias que absorvem a oleosidade excessiva" e podem ajudar. Antes de iniciar a aplicação dos produtos, procure também lavar o rosto com um sabonete próprio para esse tipo de pele.
Maquiagem certa – É essencial que os produtos usados sejam especiais para pele oleosa ou mista. Existem vários tipos no mercado e eles costumam ser livres de óleo, evitando assim o aumento do brilho e permitindo que a maquiagem fique intacta por mais tempo.
Pó é o grande aliado – Ele dá um aspecto mais opaco à pele e é o maior parceiro nessa hora. Invista nele especialmente na chamada "zona T", que engloba as regiões da testa e nariz, que são naturalmente mais oleosos. Tenha o pó compacto sempre à mão, deixe em um lugar fácil na bolsa para retocá-lo quando necessário.
Fuja de cremes - Dê preferência a produtos em pó ou bastão, evite os cremes. O pó ou o bastão são mais secos e ajudarão a evitar o excesso de oleosidade. Essa dica serve para qualquer produto do make.
Aplique com pincel – Evitar a esponja também é uma medida que pode ajudar. Isso porque o pincel deposita a maquiagem sem espalhar tanto a oleosidade, enquanto a esponja ou mesmo o dedo podem distribuir esse óleo natural da pele para o restante do rosto.
terça-feira, 5 de julho de 2016
domingo, 26 de junho de 2016
Maneiras de descobrir se alguem esta roubando o sinal Wi-Fi..
Anos atrás, quando a conexão sem fio (Wi-Fi) deu os primeiros passos, modems faltava alta - segurança de nível, por isso foi fácil para se conectar a eles de forma ilegal, em seguida, vieram novas cifras que fizeram isso mais difícil roubo, sem mas, em alguns países, é uma prática comum.
Existem várias ferramentas que podem lhe dizer se a Internet está sendo usado por um desconhecido ilegalmente, mas alguns são pagos e outros softwares indesejados instalados no seu PC, por isso aqui nós vamos dar-lhe quatro maneiras fáceis de dizer se você está roubando o Wi- Fi.
Verifique as luzes no seu roteador ou modem
Quando você contrata um serviço de Internet, na maioria dos casos ele vai oferece um roteador com luzes que indicam o estado da rede, desligue todo o seu equipamento e verificar as luzes, se o indicador Wi-Fi está ligado e, em seguida, piscar alguém mais conectado à sua rede.
dispositivos de verificação
Routers ou modems têm sempre uma página de gerenciamento , veja como acessá-lo e fazê-lo, dentro você vai encontrar uma seção de dispositivos conectados, analisar cada e se você encontrar um desconhecido pode bloquear -lode lá.
Configurar a rede e torná-lo mais seguro
No mesmo painel que você usa para ver os dispositivos conectados no ponto anterior, você também pode alterar as configurações de sua conexão , não use o nome ou a senha padrão como eles são fáceis de adivinhar.
Utilize fios
Esta é a medida mais extrema que você pode tomar, conecta todos os seus dispositivos com fios e desligar o Wi-Fi, ative -o somente quando você precisa para usá-lo em seu telefone ou em um dispositivo sem entrada Ethernet, quando você sair de casa desligue seu roteador.
Você conhece alguma maneira simples de verificar se alguém está usando sua conexão com a Internet? Coloque-o nos comentários para ampliar o guia, que será muito grato.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Governo libera importação de feijão para baixar preço
O governo interino de Michel Temer entra em ação para tentar reduzir o preço do feijão nos supermercados brasileiros.
Como? Vai liberar a importação de feijão de alguns países como Argentina, Paraguai e Bolívia, para usar a “lei da oferta e da procura” e assim, forçar para baixo o preço do produto nacional.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse que está em estudo a possibilidade de importar o produto também do México e da China.
A medida vem depois de o preço do feijão-carioca passar de R$ 10 em supermercados de vários estados brasileiros.
De acordo com o Instituto Brasileiro do Feijão, o aumento se deve à seca em grande parte dos estados que produzem o grão.
Com a queda na oferta e aumento da demanda, os preços acabaram subindo.
Maggi disse ainda que pretende propor às grandes redes de supermercado que busquem comprar o produto nas regiões onde a oferta é maior.
“Pessoalmente tenho me envolvido nas negociações com os cerealistas, com os grandes supermercados, para que eles possam fugir do tradicional que se faz no Brasil, e ir diretamente à fonte onde tem esse produto e trazer. E, à medida que o produto vai chegando ao Brasil, nós temos certeza de que o preço cederá na medida em que o mercado for abastecido”, disse o ministro no Portal do Planalto.
Com informações da AgênciaBrasil
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